Brasões de Nobres Brasileiros (3)

Visconde de Sêrro Formoso




Francisco Pereira Macedo
Barão do Sêrro Formoso por Decreto Imperial em 06 de novembro de 1872.
Visconde do Sêrro Formoso por Decreto Imperial em 19 de novembro de 1885.

Não são conhecidos os dados biográficos do titular, nem filiação, nascimento ou morte; sequer suas atividades.

Escudo de Armas esquartelado.

Interpretação:

Quartel I - Representação alusiva ao nome do título nobliárquico, Monte Formoso
Quartel II - traz as armas da família Macedo
Quartel III - traz armas usadas igualmente por três famílias de Portugal: Leitão, Pestana e Silveira. Não sendo conhecida a ascendência do Visconde, não se pode identificar o Cartel com certeza. Como os ramos de cafeeiro estão brocantes (sobre as faixas), pode-se inferir que seja representação de uma fazenda de café herdada de pais ou avós com nome de uma dessas famílias.
Quartel IV - mostra uma simbologia do trabalho organizado (colméia de abelhas) no solo nacional, pelas cores ouro e verde.
O Timbre é o ancestral de Macedo, com a diferença individual, tendo sido trocada a maça-d'arma por uma foice agrícola.





Visconde de Aguiar Toledo




José de Aguiar Toledo

Barão de Bela Vista, título conferido por Decreto Imperial em 22 de abril de 1854.
Visconde de Aguiar Toledo por Decreto Imperial em 31 de julho de 1877.
Nasceu em 1823 e faleceu em 1989, em Bananal, Província de São Paulo.
Foi proprietário e fazendeiro em Bananal. Tentente coronel, Comandante Superior da Guarda Nacional e Chefe do Partido Conservador de Bananal. Deputado da Assembléia Geral na ligislatura 1861/1864.
Escudo de Armas esquartelado com sobre-todo
Coroa da dignidade de Visconde
Condecoração: Comenda da Imperial Ordem de Cristo
Interpretação:
Escudo de Armas de costados, com diferença.
Quartéis I e IV - são as armas da família Aguiar
Quartéis II e III - são as armas da família Toledo, com diferença.
O Timbre - águia nascente de vermelho, ornada de ouro, é o ancestral de Aguiar, com diferença por ramo da família.
O Sobre-Todo - com diferença de individualidade, mostra a atividade de fazendeiro de café.



Fonte: www.jbcultura.com.br


Brasões de Nobres Brasileiros (2)

Barão de Silveiras

Barão de Silveiras, título conferido por Decreto Imperial em 1867 a Antônio Tertuliano dos Santos, proprietário, negociante e fazendeiro no município de Rio Claro, Província de São Paulo.
Interpretação do Escudo de Armas
: O cafeeiro pela lavoura de café e o caduceu pelas atividades comerciais. A banda azul com besantes de ouro significa lucros com trabalho digno (cor azul) e honesto (campo prata).

Barão de Santa Clara



Barão de Santa Clara, título conferido por Decreto Imperial em 1872, a Manuel Francisco Albernaz, fazendeiro de café em Guarativa, Província do Rio de Janeiro. Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

Barão de São Luis

Barão de São Luis, título conferido por Decreto Imperial em 1861, a Paulo Gomes Ribeiro Avelar, fazendeiro de café e cana-de-açúcar em Paty do Alferes, na Província do Rio de Janeiro. Fidalgo cavalheiro da Casa Real de Portugal. Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa. Comendador da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa de Portugal. Irmão do Visconde de Parahyba e do Barão de Guaribú.


Barão Avelar e Almeida



Barão de Avellar e Almeida, título conferido em 1881 a Laurindo de Avellar e Almeida (1849-1902), filho do Barão de Ribeirão. Foi fazendeiro de café na serra fluminense, na região da atual cidade de Avelar.

Interpretação do Escudo de Armas: a banda diagonal vermelha representa trabalho árduo, que se confirma na abelha à direita, simbolizando operosidade. O ramo de cafeeiro mostra a atividade do barão.
Condecoração: Comenda da Real Ordem de Cristo, de Portugal.


Barão de Santa Fé

Barão de Santa Fé, título conferido por Decreto Imperial em 1875, a José Rodrigues Alves Barbosa, grande fazendeiro de café em Valença, Província do Rio de Janeiro. Comendador da Imperial Ordem da Rsa. Irmão do Barão de Santa Justa.